A vida é boa, mas tb é foda, rsrsrsrs A vida é um livro que estamos escrevendo a cada passo, palavra por palavra, vírgula por vírgula. Cada dia é uma página que viramos. Cada lição é um aprendizado, cada conquista, um capítulo que vamos compondo e deixando registrados em nossa existência. Apenas o amor pode apagar as tristes lembranças que deixamos para trás.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Desanimada da vida...
A grande pergunta para a mulher de hoje é: Você tem fome de quê?
Eu , particularmente tenho fome de comida mesmo, tipo, muuuuuita comida gostosa e de felicidade.
Mas também tenho outro sentimento: Sinto que sempre estou um passo atrás do que o mercado exige, do que o padrão estético de beleza exige, do que a sociedade exige, do que a família exige e não sei lá mais quem exige.
Somos uma geração de Mulheres Ambiciosas. A geração anterior queimou os sutiãs. A nossa decidiu querer tudo o que o sutiã queimado nos trouxe e ainda usá-lo com brilhantes para guardar parte de um corpo escultural que acorda cedo para trabalhar.
Queremos tudo, tudo mesmo. Não dá pra deixar pra depois. É por isso que 67% das mulheres brasileiras declararam em recente pesquisa que está estressada (acho que as demais estavam deprimidas demais para responder o questionário). Queremos absolutamente tudo, olhamos para o mundo e queremos devorá-lo. Só nos esquecemos de olhar para dentro de nós e reconhecer que existem limitações.
Pablo Neruda, poeta do mar, tinha vontade de engolir o mar. Assim é muito bom, É quando amamos realmente algo, queremos comer, colocar pra dentro de nós e assim nos tornar um só. Fome que alimenta!
Eu tenho essa vontade tb, mas não de engolir o mar e sim de desfrutar dele...
Quero buscar o alimento certo e me saciar das coisas que realmente amo, e não das que estão na vitrine da vida me dizendo que devo adquiri-las.
O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo. Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.” (Clarice Lispector)
Eu, como já dizia Einstein, não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou a mesma pessoa de ontem me faz perceber que valeu a pena.
O importante não é chegar, é ir.” (Charles Chaplin)
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