quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Conversando com meu Pai Maior...


Olá, boa noite Senhor!
Eu queria lhe agradecer por saber melhor que eu, o que eu precisava e por haver me dado exatamente o que eu necessitava e não o que eu queria...
Eu sei que fiquei braba com o Senhor, mas sei tb que o Senhor me conhece melhor que eu mesma, então, não dá "bola" para a minha raiva, pois sabe que meu coração é todo seu...
Obrigada , Senhor e agradeço tb a Jesus, Maria e José, os protetores da família, pois sempre rezo pra eles, além de todos os outros Santos.
Espero que o Senhor continue abençoando minha família e que um dia possa me dar a tão sonhada aposentadoria...eu não desisti naum, viu???!!!
Brigadaum, viu? Te amo, tá?
Não se esqueça de mim, bjs sua filha Cris.

sábado, 18 de fevereiro de 2012


Não é correto nem adequado responsabilizar quem quer que seja acerca de nossas colheitas.
Sempre somos nós que decidimos o que e como faremos.
Até quando somos submissos. É nossa decisão sermos assim. Não importa se nossos valores foram impostos por nossos pais, avós, família, sociedade, empresa, meio em que vivemos ou amigos. A decisão de aceitar a submissão é nossa.
Isso é admissível até certo estágio de uma vida, até termos a verdadeira noção de que JÁ PODEMOS assumir as rédeas de nossa vida. Algumas pessoas conseguem fazer isso cedo nesta existência, outras não.
De fato, nossa consciência real é algo que, sempre, um dia irá despertar.
Pessoal, eu demorei 50 anos para "cair na real" e parar de querer agradar a todo mundo e começar a dizer o que eu realmente pensava diante das situações. Minha família, parentes, estranharam, mas quem gostava de mim de verdade continuou gostando. Se afastaram os falsos, interesseiros e sangue-sugas.
Hj tenho poucos amigos, mas sou bem mais feliz pq sou eu mesma...demorou mas consegui...tem gente que passa a vida toda se escondendo...graças a Deus, criei coragem e hj sou a pessoa que eu sempre quis ser, mas nunca tive coragem.
Cris Togni

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Morar na praia


O que eu mais desejo na minha vida é morar numa praia...pode ser qualquer uma...
num apartamento pequeno com apenas uma boa cama e tv a cabo.
Mas para isso, tenho que conquistar minha liberdade, ou seja, receber minha carta de alforria, a carta de aposentadoria do INSS, o que é mais dificil que ganhar sozinha na loteria...

Somos presos a sistemas de crenças, ideologias de vida, hábitos do cotidiano, formatos de reagir aos estímulos externos, neuroses, que não são necessariamente nossos, mas daqueles com que temos convivido ao longo de nossas existências.
Durante um bom tempo, esses condicionamentos vão sendo vividos como uma escolha de nossa liberdade pessoal, trazendo uma certa cota de prazer, mas nos mantendo alienados de nossa própria essência, de nossa verdadeira autonomia para fazer escolhas. E isso faz com que aquele prazer que estamos vivendo seja apenas parcial, um prazer de copiar aqueles a quem amamos ou de quem necessitamos aprovação, mas não o nosso verdadeiro prazer.

O meu verdadeiro prazer eu sei muito bem o que seria: morar em uma praia: pode ser qualquer uma, num apartamento pequeno, com apenas uma boa cama e uma tv a cabo. Passar uma borracha no livro da minha vida, deixando as páginas em branco para escrever minha história a partir da aposentadoria.


Depende só de quem? De Deus. Eu dependo dele,você depende dele,
a unção é dele, a vontade é só dele, ninguém pode ter vontade própria...nada acontece sem que ele permita...

Então, o que fazer? Chorar não resolve, ficar irritada só prejudica a minha pessoa; o jeito é não ligar pra mais nada, ir empurrando com a barriga...se eu tiver a sorte de ter saúde (e minha familia tb) até esse dia chegar está bom demais.

Cris