Sinceramente, tenho olhado muito pra folhinha (calendário) e não sei bem o motivo...mas imagino que seja de vontade que esstes dias passem bem rapidamente para que este ano se acabe.
Às vezes me pego lembrando dos que ja se foram, de uma maneira ou outra, naturalmente ou não e vejo que tudo, com o passar do tempo se justifica.
Mortes que eu não aceitava ou não concordava anteriormente, agora vejo como certas para determinadas pessoas, visto que este mundo é pesado demais...só aguenta quem é muito teimoso ou tem esperança de que algo de novo aconteça.
É claro que sempre vai acontecer, mas quando a pessoa ja deu tudo de si, fica dificil imaginar que ainda dá pra se superar...hoje eu entendo isto, com relação às pessoas que ja se foram por conta própria.
Antes eu defendia a tese de que quem acredita em Deus não dá cabo á propria vida.
Hoje não penso mais assim.
Penso que o "famoso" livre arbítrio", que de livre não tem nada inclue o fato de alguém cometer suicídio.
Bom, agora preciso parar , mas pretendo retomar este assunto assim que puder, bjs queridos amigos.
Cris

Esse assunto é complicado, dificil. Mas eu tento seguir os ensinamentos budistas. A morte não é o fim. É a transformação. Se pararmos para pensar, tudo é assim. O Universo, um dia irá se extinguir. Assim como o Sol, a Lua e as estrelas. Comparado a isso, a vida do homem é um piscar de olhos. Porém, nesse tempo o homem ama, odeia, se alegra, entristece, aceita, perdoa. Eis a prova que um dia, o homem existiu, passou por esse universo. Se seguirmos o raciocio que um dia, uma graminha existiu no pasto, um bovino a ingeriu e nós ingerimos esse para nos dar energia, podemos dizer que a graminha e o bovino foram transformados.
ResponderExcluirquando se pegar novamente olhando em um calendário torcendo apr ao tempo passar, não fique triste... um novo dia sempre existe.
É verdade, Allan, a natureza tem seu ciclo e não vai ser olhando td hora pro calendário que vou conseguir alterar isso.
ResponderExcluirObrigada , amigão por me ajudar nas horas em que fico meio deprê.
Bjs.
Te amo, filhote.
Cris